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Gasolina, diesel e gás de cozinha terão novas alíquotas de ICMS em fevereiro de 2027. ⛽📈 Veja os valores e por que o diesel merece atenção especial.

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Gasolina, diesel e gás de cozinha terão ICMS maior a partir de fevereiro de 2027 ⛽📈 O Confaz aprovou as novas alíquotas, e o maior salto será no diesel: 11,1%. Entenda, sem economês, o que muda no preço e na economia 🧵

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Primeiro, o que é ICMS? É um imposto estadual embutido no preço de produtos e serviços. Nos combustíveis, ele é cobrado por valor fixo: em vez de variar diretamente com o preço da bomba, há uma quantia definida por litro ou quilo.

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Os novos valores serão: gasolina, de R$ 1,57 para R$ 1,64 por litro; diesel, de R$ 1,17 para R$ 1,30 por litro; gás de cozinha, de R$ 1,47 para R$ 1,54 por quilo. O reajuste nominal parece pequeno, mas se espalha pela cadeia econômica.

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Por que o diesel é o ponto mais sensível? Porque ele move caminhões, ônibus, máquinas agrícolas e parte da logística do país. Quando seu custo sobe, fretes tendem a encarecer — e isso pode chegar aos alimentos, remédios e demais produtos.

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O cálculo considera os preços médios monitorados pela ANP entre fevereiro e setembro de 2026, comparados ao mesmo período de 2025. Segundo o Confaz, a decisão ocorre num cenário internacional instável para derivados de petróleo.

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Há outro fator: o petróleo Brent chegou a superar US$ 113 em outubro, pressionado por conflitos e incertezas globais. Para limitar o efeito no diesel rodoviário, o governo federal prorrogou por 30 dias uma subvenção de R$ 2,12 por litro.

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A lição é simples: o preço na bomba não depende só do ICMS. Petróleo internacional, câmbio, refino, margens, logística e subsídios também pesam. Transparência nessa conta é essencial para proteger consumidores e evitar que aumentos virem pressão desproporcional sobre famílias e pequenos negócios.

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