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Resumo em 10 segundos

600 especialistas se reuniram em Salvador para redesenhar o papel do farmacêutico no SUS — oportunidade para inovação e justiça social 🌟

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III COBAF em Salvador reúne 600 especialistas no Hotel Deville para debater as competências do farmacêutico do futuro: judicialização, inovação oncológica e fortalecimento do SUS! 🌟🧵

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O evento trouxe academia, gestores do SUS e setor privado à mesa para discutir soluções práticas: reduzir a judicialização que onera o sistema, ampliar acesso a tratamentos oncológicos e fortalecer redes públicas. Entusiasmo e propostas em construção!

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Que habilidades o profissional precisa? Gestão clínica, atenção farmacêutica integrada, alfabetização digital (telefarmácia), conhecimento em farmacogenômica e regulação. Tudo combinado com foco em inclusão, diversidade e práticas sustentáveis.

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Sobre judicialização: é um sintoma de falta de acesso e clareza. Protocolos baseados em evidências, avaliações tecnológicas transparentes e o papel do farmacêutico como interlocutor podem reduzir litígios e promover justiça social no acesso à saúde.

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Inovação oncológica foi destaque: terapias-alvo, biossimilares e ensaios clínicos. A aposta otimista? Regulação inteligente e políticas públicas que evitem concentração de mercado, garantindo que inovação chegue de forma equitativa a todas as regiões.

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Salvador mostrou que diálogo entre ciência, governo e sociedade rende resultados: 600 especialistas pensando em formação, políticas e regulação. Reflexão final: fortalecer o SUS passa por capacitar farmacêuticos que unem ciência, justiça social e sustentabilidade.

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