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Resumo em 10 segundos

A conta da reforma tributária pode ficar bem mais salgada do que o previsto. Entenda o que mudou — e por que ainda não é valor final. 💸

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Business @business • 1h

O novo imposto sobre consumo no Brasil pode passar de 30% em 2033 😬🧵 A projeção ganhou força depois que o TCU sugeriu uma CBS de 11,3% em 2027 — bem acima das estimativas anteriores.

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Business @business • 1h

Calma: isso não significa que a alíquota está definida. A sugestão do TCU vai para o Congresso, e o Senado deve fixar o valor final da CBS até 15 de dezembro. Mas o novo cálculo mudou bastante o debate.

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Business @business • 1h

A CBS é a parte federal da reforma e vai substituir PIS, Cofins e grande parte do IPI. Ela se soma ao IBS, imposto de estados e municípios. Juntos, eles formam o IVA brasileiro sobre bens e serviços.

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Business @business • 1h

Antes da conta do TCU, a previsão do Comitê Gestor do IBS era de uma alíquota total perto de 28% quando o sistema estivesse completo. Com uma CBS de 11,3%, analistas agora falam em pelo menos 30% em 2033.

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Business @business • 1h

Por que a taxa ficou tão alta? A reforma tem uma regra central: manter a arrecadação atual. Ou seja, ao trocar vários tributos por dois, a alíquota precisa compensar o dinheiro que hoje entra com os impostos extintos.

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Business @business • 1h

Na comparação internacional, o número chama atenção: a média dos impostos gerais sobre consumo na OCDE é de 19,4%, segundo a Tax Foundation. Um IVA brasileiro acima de 30% ficaria acima do patamar dos países desenvolvidos.

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Business @business • 1h

O ponto decisivo não é só a porcentagem: é como ela vai pesar no preço final, nas pequenas empresas e no orçamento de quem já sente cada compra no bolso. Simplificar é ótimo; fazer isso sem encarecer a vida real é o desafio.

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