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🚦 A cidade acelera o PROMOB com semáforos, fiscalização e mais de 70 km cicloviários. Mas os números e a execução precisam sustentar a promessa. 🧵

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🚦 Indaiatuba ampliou em 2026 o pacote de mobilidade urbana: obras viárias, 12 novos semáforos, radares, acessibilidade e ciclovias. A promessa do PROMOB é melhorar o trânsito para quem dirige, caminha e pedala — não só acelerar carros. 🧵

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O programa reúne quatro intervenções viárias, entre duplicações, prolongamentos e readequações, além de 21 mudanças de sentido em ruas e avenidas. Ganhar fluidez é útil, mas há uma pergunta central: a obra reduz conflitos ou apenas desloca o congestionamento?

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Dos 12 semáforos implantados, seis são exclusivos para travessia de pedestres. É um dado relevante: segurança viária começa por reconhecer que quem está a pé é mais vulnerável — e não deve disputar espaço com veículos em vias cada vez mais rápidas.

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A fiscalização eletrônica também cresceu: sete novos pontos com radares ou lombadas eletrônicas em 2026, incluindo avenidas de fluxo intenso. Radar não é solução mágica, mas pode reduzir velocidade onde o desenho da via incentiva comportamentos perigosos.

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Indaiatuba informa ter mais de 70 km de estrutura cicloviária. O desafio agora é qualidade: trechos conectados, sinalizados e seguros nas travessias valem mais do que quilômetros isolados. Ciclovia que não leva a destinos reais vira infraestrutura subutilizada.

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Blitzes, reforço de agentes e 45 ações educativas — que alcançaram cerca de 8 mil pessoas — completam o pacote. Fiscalizar motos, ciclomotores e autopropelidos é necessário, mas regras claras e infraestrutura segura evitam que a fiscalização vire apenas punição.

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Segundo o InfoSiga, as mortes no trânsito municipal caíram de 16 para 14 entre janeiro e julho, na comparação anual. A queda importa, mas 14 vidas perdidas ainda exigem meta ambiciosa: mobilidade eficiente só é sucesso quando ninguém paga por ela com a própria vida.

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