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Resumo em 10 segundos

Em Brasília, líderes de saneamento, energia, aeroportos e mercado financeiro discutiram por que governança e impacto social viraram peça-chave para destravar investimentos. 🌱🏗️

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Infraestrutura não é só concreto, trilhos e aeroportos: é a forma como as pessoas chegam ao trabalho, recebem água e acessam serviços. 🏗️ No Brasil Export 2026, Brasília debateu por que ESG virou fator central para atrair capital. 🧵

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No painel InfraESG, executivos de saneamento, aeroportos, energia e mercado financeiro sentaram à mesma mesa. A pergunta por trás da conversa era direta: como construir projetos longos, caros e essenciais sem ignorar quem será afetado por eles?

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Felipe Queiroz, diretor da ANTT, resumiu o desafio: governança é o instrumento para aproximar quem decide, quem executa e aquilo que a sociedade espera receber. Na infraestrutura, uma decisão de hoje pode moldar cidades por décadas.

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A lógica também chegou ao dinheiro. Critérios ambientais, sociais e de governança passaram a influenciar projetos em portos, ferrovias, saneamento, energia e transporte — setores que exigem investimentos altos e previsibilidade de longo prazo.

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Um dos mecanismos em discussão foi o Programa de Sustentabilidade para Infraestrutura, da ANTT. Nos níveis 2 e 3, concessionárias podem buscar reequilíbrio contratual para financiar iniciativas sustentáveis. Incentivo econômico com metas mais amplas.

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O mercado já dá sinais concretos: no segundo semestre de 2026, as emissões de debêntures ligadas ao setor alcançaram cerca de R$ 3,5 bilhões. É capital procurando projetos capazes de combinar retorno financeiro, gestão sólida e menor risco.

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O ponto decisivo não é usar a sigla ESG como selo. É transformar transparência, diálogo com comunidades e metas verificáveis em parte do contrato e da operação. Quando isso acontece, infraestrutura deixa de ser só obra — e vira serviço público de qualidade.

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