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Resumo em 10 segundos

Pesquisa mostra piora na avaliação do governo, mas expectativa sobre a economia para os próximos meses também cresceu. 📊

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A avaliação negativa do governo Lula subiu para 43%, segundo Ipsos-Ipec. Já 33% classificam a gestão como ótima ou boa. O dado acende um alerta forte no Planalto — e ajuda a explicar o peso do debate econômico no dia a dia. 📊🧵

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A pesquisa foi feita entre 9 e 13 de setembro, com margem de erro de 2 pontos percentuais. Em junho, ruim/péssimo era 38%; agora, 43%. Ou seja: houve uma alta de 5 pontos em poucos meses.

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Do outro lado, ótimo/bom foi de 32% para 33%, uma variação dentro da margem de erro. E o “regular” caiu de 28% para 23%. Na prática, parte da opinião pública parece ter migrado para avaliações mais definidas — principalmente negativas.

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Quando a pergunta é sobre a forma de governar, 53% desaprovam Lula e 42% aprovam. Em junho, eram 50% e 44%. Não é uma virada gigante, mas é uma tendência ruim para quem está no governo.

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A confiança pessoal no presidente também pesa: 57% dizem não confiar em Lula, enquanto 40% afirmam confiar. Confiança é um termômetro político importante, porque afeta a capacidade de o governo defender medidas difíceis e construir apoio.

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A economia aparece no centro disso tudo. Para 45%, ela piorou nos últimos seis meses; em junho, eram 42%. Inflação percebida, emprego, renda e custo de serviços públicos costumam falar mais alto que qualquer slogan.

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Mas tem um contraste interessante: a expectativa de melhora econômica subiu de 36% para 42%. Então o cenário não é de opinião fechada: muita gente está insatisfeita agora, mas ainda vê chance de mudança adiante.

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Pesquisa não é sentença, é retrato do momento. Para reverter esse humor, o desafio vai além da comunicação: passa por resultados que cheguem na vida real, com renda, serviços públicos eficientes e oportunidades distribuídas de forma mais justa.

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