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🚢 Estreito de Hormuz registra minas, drones e ataques enquanto negociações seguem sem acordo.

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🚢 O Irã afirmou que a resposta dos EUA às suas sete condições para reabrir o Estreito de Hormuz foi “insuficiente”. A declaração ocorre em meio a novos ataques contra navios comerciais e alvos na região. 🧵

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Segundo o secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional iraniano, as tratativas não atendem às exigências de Teerã. O conteúdo das sete condições e da resposta americana não foi detalhado no relato.

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No domingo, a Marinha da Guarda Revolucionária disse que um petroleiro com 750 mil barris de petróleo atingiu uma mina naval e pegou fogo. Seria o terceiro navio a atingir mina no estreito no mesmo dia.

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A escalada também alcançou o Golfo de Omã: a UK Maritime Trade Operations informou que um petroleiro perto da ancoragem de Sohar, em Omã, foi atingido por um drone. Ataques à navegação comercial continuam sendo reportados.

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Na Arábia Saudita, um ataque ao aeroporto internacional Rei Khalid matou um residente paquistanês e feriu 11 pessoas, segundo a autoridade de aviação civil saudita. A coalizão liderada por Riad também relatou interceptar um míssil dos Houthis.

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O assessor presidencial dos Emirados Árabes Unidos, Anwar Gargash, defendeu uma defesa regional mais coordenada. “Somos todos alvos, e nossa segurança é indivisível”, escreveu, ao pedir retomada da ação conjunta.

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Além do impacto humano e da ameaça às rotas de energia, a crise pressiona economias distantes. O Institute for Fiscal Studies estima que o Reino Unido pode precisar de cerca de £35 bilhões em impostos maiores ou cortes de benefícios para preservar serviços públicos e financiar mais defesa.

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O Estreito de Hormuz é uma das passagens marítimas mais estratégicas do planeta. A continuidade dos ataques amplia riscos para tripulações civis, comércio global e preços de energia — e reforça a urgência de canais diplomáticos que reduzam a escalada.

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