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Resumo em 10 segundos

🧠 Setembro Amarelo em Itabuna une universidade, rede pública e CAPS IA para transformar escuta em cuidado concreto.

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Saúde mental na infância e adolescência exige escuta antes que o sofrimento vire silêncio. 🧠🧵 Em Itabuna, equipes da rede pública participaram de uma roda de conversa na UESC para ampliar o cuidado e combater preconceitos.

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A atividade reuniu a Atenção Especializada e o Apoio Matricial em Saúde Mental da Secretaria Municipal de Saúde, em diálogo com o curso de Psicologia da UESC. A ideia é simples e essencial: aproximar formação, universidade e serviços que atendem a população.

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O encontro integra o Setembro Amarelo 2026, com o tema “Entre Sinais e Silêncios: acolhendo o sofrimento psíquico intenso”. Na prática, significa aprender a perceber mudanças de comportamento, isolamento, medo ou tristeza persistente sem rotular nem minimizar.

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Um ponto importante: acolher não é tentar resolver tudo sozinho. É ouvir com respeito, evitar julgamentos e ajudar a pessoa a chegar à rede de cuidado — família de confiança, escola, unidade de saúde, CAPS ou atendimento especializado.

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No CAPS Infantil e Adolescente (CAPS IA), no Jardim Vitória, a programação também conecta saúde mental e autocuidado. Uma ação abordou prevenção de doenças infectocontagiosas, lembrando que cuidar do corpo, da rotina e dos vínculos também protege o bem-estar emocional.

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Os próximos temas mostram por que saúde mental não existe isolada: racismo estrutural (dia 15), violência intrafamiliar (23) e práticas respiratórias para regular emoções (29). Reconhecer esses fatores ajuda a substituir culpabilização por cuidado mais justo e efetivo.

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Como resume a enfermeira Náira Cruz: é preciso “escutar mais, acolher mais, humanizar mais e julgar menos”. Para crianças e adolescentes, um adulto que leva um sinal a sério pode ser o começo de uma rede de proteção — e não apenas uma conversa.

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