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Resumo em 10 segundos

🧠 Servidores municipais participaram de acolhimento e conversa sobre saúde mental. Entenda por que esse cuidado vai além de uma ação pontual.

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🧠 Quem trabalha todos os dias cuidando da população também pode precisar de acolhimento. Servidores municipais de Rondonópolis participaram de uma manhã de conversa e orientação sobre saúde mental no Paço Municipal. 🧵

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A ação, realizada pela Secretaria de Saúde durante o Setembro Amarelo, começou com café da manhã e música ao vivo. Mas o ponto central foi criar um espaço seguro para falar de algo que ainda é cercado por silêncio: sofrimento psíquico.

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O encontro teve a roda de conversa “Cuidar de quem cuida”, conduzida pelo psiquiatra Tauê Brandão e pela psicóloga e arteterapeuta Camila Pinho. A ideia é simples, mas essencial: profissionais de cuidado não são imunes ao estresse, à sobrecarga e ao adoecimento mental.

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Na prática, acolhimento não é só ouvir alguém em um dia difícil. É informar onde buscar ajuda, reconhecer sinais de sofrimento e garantir caminhos de atendimento. Por isso, o encontro também apresentou os serviços municipais disponíveis.

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A Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) atua justamente nessa lógica: cuidado contínuo e em diferentes pontos da rede, não apenas em crises. Prevenção ao suicídio envolve escuta qualificada, acesso a tratamento e apoio sem julgamentos.

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Falar de saúde mental no trabalho também importa. Rotinas intensas, pressão e contato frequente com demandas da população podem afetar qualquer pessoa. Ambientes que valorizam pausas, diálogo e encaminhamento adequado ajudam a prevenir o agravamento do sofrimento.

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Setembro Amarelo amplia a conscientização, mas o cuidado precisa existir nos 12 meses do ano. A mensagem deixada aos servidores é direta: pedir ajuda não é fraqueza — é parte do cuidado. E uma rede de saúde forte começa por não deixar ninguém enfrentar isso sozinho.

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E aí, o que você achou?

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