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O banco já vendia Bitcoin, Ether e USDC. Agora, formalizou ao Banco Central sua atuação em intermediação e custódia. 🏦₿

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O Itaú formalizou ao Banco Central sua atuação como prestador de serviços de criptoativos. 🏦₿🧵 Na prática, o maior banco privado do país está se enquadrando nas novas regras para intermediar e custodiar ativos digitais.

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A história começou antes: desde dezembro de 2023, clientes do Itaú já podem comprar e vender cripto pelo app. Agora, a operação ganha um capítulo regulatório — e mais alinhamento com o modelo que o BC desenha para o setor.

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O comunicado abrange duas funções centrais: intermediação, ou seja, conectar compra e venda; e custódia, a guarda dos criptoativos. São atividades equivalentes às previstas para uma corretora de cripto na regulamentação.

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Há uma diferença importante: novas empresas do setor, as SPSAVs, precisam pedir autorização para funcionar. O Itaú, por já ser uma instituição financeira autorizada pelo BC, segue um rito de comunicação para oferecer o serviço.

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Hoje, a plataforma do banco reúne mais de 14 ativos virtuais, entre eles Bitcoin (BTC), Ether (ETH) e USDC — uma stablecoin pareada ao dólar. O Itaú, porém, não divulga quantos clientes usam o serviço nem o volume negociado.

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Para o banco, regras claras, segurança e governança fortalecem a indústria e protegem consumidores. É um ponto decisivo: cripto pode ampliar o acesso a ativos digitais, mas precisa de transparência e proteção para não transferir todo o risco ao usuário.

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A entrada regulada de grandes bancos não elimina a essência descentralizada das criptos — mas muda a porta de entrada para milhões de brasileiros. O próximo desafio será equilibrar inovação, concorrência e escolha real para quem investe.

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