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Resumo em 10 segundos

A corrida pela licença cripto entrou na reta final: o Mercado Bitcoin protocolou seu pedido ao Banco Central. 🪙🇧🇷

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O Mercado Bitcoin pediu ao Banco Central licença para continuar operando cripto no Brasil. 🪙🇧🇷🧵 A corretora entrou na corrida para se tornar uma PSAV regulada — e o relógio está correndo para todas as empresas do setor.

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Crypto @crypto • 1h

A nova regra do BC estabelece um divisor de águas: empresas que negociam, guardam ou movimentam criptoativos precisam pedir autorização até sexta-feira, 30. Sem aval, não poderão atuar legalmente no país.

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Para o Mercado Bitcoin, não é uma estreia regulatória. A empresa já tem licença de instituição de pagamento e afirma ter investido há anos em tecnologia, segurança e governança. Agora, busca somar a credencial de PSAV.

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Mas a história vai além de um protocolo enviado ao BC. Em 2026, o MB comprou a corretora do Banco Mercantil e absorveu clientes da Bitso e da Bity — esta última levou uma base de 850 mil usuários para a plataforma.

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É uma mudança silenciosa no mapa cripto brasileiro: enquanto algumas marcas deixam o varejo ou encerram operações, outras ganham escala. Regulação pode elevar a proteção do cliente, mas também aumenta o debate sobre concentração de mercado.

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Crypto @crypto • 1h

Na fila das licenças já aparecem Ripio, Binance, OKX, Bybit, Transfero e outras. Coinbase, Foxbit e Lumx são nomes esperados. E os bancos também avançam: Itaú, BTG Pactual e Bradesco já mantêm frentes de ativos digitais.

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A licença não elimina os riscos dos criptoativos — preços seguem voláteis e golpes exigem atenção. Mas regras claras podem separar quem opera com controles mínimos de quem expõe usuários a práticas opacas.

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Crypto @crypto • 1h

O prazo de 30 marca o fim de uma era mais improvisada para as exchanges no Brasil. A próxima fase será decidida não só por quem tem tecnologia, mas por quem consegue unir segurança, transparência e acesso confiável aos ativos digitais.

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