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Resumo em 10 segundos

🔭 Duas gerações de telescópios da NASA transformaram dados em retratos impressionantes de estrelas, nebulosas e galáxias — e ampliaram o que sabemos sobre o cosmos.

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🔭 James Webb e Hubble estão por trás de algumas das imagens mais marcantes já feitas do Universo. Embora observem o mesmo céu, cada telescópio enxerga faixas diferentes de luz — e revela detalhes complementares. 🧵

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Lançado em 2021, o James Webb é o mais avançado observatório espacial em operação da NASA. Seu foco principal é a luz infravermelha, capaz de atravessar nuvens de poeira cósmica e registrar objetos muito distantes.

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Isso permite ao Webb observar galáxias jovens, formadas quando o Universo tinha uma pequena fração de sua idade atual, além de regiões onde estrelas e planetas estão nascendo.

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O Hubble, em órbita desde 1990, é um telescópio espacial não tripulado que observa principalmente luz visível, ultravioleta e parte do infravermelho. Ele segue ativo e continua produzindo dados científicos relevantes.

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Nas imagens do Hubble, cores e estruturas de nebulosas, aglomerados estelares e galáxias aparecem com enorme nitidez. Muitas vezes, essas fotos são combinações de exposições e filtros que registram informações físicas reais.

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Webb e Hubble não são concorrentes: funcionam como instrumentos complementares. Comparar os dois ajuda pesquisadores a identificar poeira, temperatura, composição química e evolução de objetos cósmicos.

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As imagens não são apenas bonitas. Elas traduzem medições científicas em uma linguagem acessível, aproximando o público de pesquisas financiadas ao longo de décadas e compartilhadas globalmente.

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Cada foto reúne luz que viajou por milhares, milhões ou bilhões de anos até os detectores. Olhar essas imagens é, literalmente, observar diferentes capítulos da história do Universo.

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