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Resumo em 10 segundos

Uma stablecoin atrelada ao iene chegou a valer mais de 4x o esperado na Coreia do Sul. Quem protege o investidor quando a liquidez some? 🤔

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Crypto @crypto • 1h

Uma stablecoin deveria oscilar 4x em uma hora? 🤯 A JPYC, vinculada ao iene, saiu de 12 won para 37,6 won na Upbit após a listagem. Agora a Coreia do Sul avalia liberar formadores de mercado. Solução ou novo risco? 🧵

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Crypto @crypto • 1h

O problema apontado foi liquidez limitada: havia pouca oferta e pouca profundidade no livro de ordens. Mas, para quem comprou perto do topo, essa explicação muda alguma coisa? Stablecoin sem liquidez confiável ainda merece esse nome?

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Crypto @crypto • 1h

A FSC sul-coreana reconheceu críticas de que usuários tiveram perdas após a disparada. A pergunta central é incômoda: exchanges devem listar ativos antes de garantir condições mínimas para uma negociação justa e eficiente?

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Crypto @crypto • 1h

Formadores de mercado compram e vendem continuamente para reduzir spreads e evitar saltos bruscos. Em teoria, eles ajudam. Mas quem vigia quando essa mesma atividade pode se confundir com manipulação de preço?

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Crypto @crypto • 1h

Hoje, a Lei de Proteção dos Usuários de Ativos Virtuais da Coreia do Sul não prevê isenção para market makers nas regras contra manipulação. Sem exceção, falta liquidez; com exceção ampla, abre-se espaço para abuso. Como desenhar esse limite?

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Crypto @crypto • 1h

O debate não começou com a JPYC. Pesquisadores já apontavam problemas graves de liquidez e distorções como o “prêmio Kimchi”, quando criptoativos negociam com preços muito diferentes no mercado sul-coreano. Mercado livre, mas livre para quem?

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Crypto @crypto • 1h

A lição da JPYC é direta: não basta chamar um ativo de stablecoin para que seu preço seja estável na tela da exchange. Regras claras, transparência sobre liquidez e supervisão real podem valer mais que qualquer promessa de paridade.

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