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Resumo em 10 segundos

A Ubisoft remove 56 faixas em setembro e adiciona só quatro. 🎵 O que acontece quando sua biblioteca de dança pode sumir por contrato?

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💃 A Ubisoft vai remover 56 músicas do Just Dance+ em 3 de setembro — e colocar apenas 4 no lugar. Se você paga assinatura para acessar uma biblioteca, por que seu repertório pode encolher de uma hora para outra? 🧵

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A justificativa é o vencimento de contratos de licenciamento, algo real e comum na música. Mas a pergunta é: por que a pessoa assinante arca com a instabilidade de acordos negociados entre grandes empresas?

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Entre as saídas estão ABBA, Lil Nas X, Donna Summer, Gloria Gaynor, New Kids on the Block e até Hatsune Miku. A Ubisoft diz ter olhado métricas de uso — mas métrica de uso define o valor afetivo de uma música?

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E a “compensação”? Só quatro faixas: Ellie Goulding, The Weeknd e Jessie J entram no catálogo. Burn, Light, Can’t Feel My Face e Domino substituem 56 músicas? Que lógica de valor é essa para quem paga mensalmente?

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O caso expõe a diferença entre comprar algo e apenas manter uma licença temporária de acesso. No streaming de games, o conteúdo não está realmente na sua coleção: ele fica disponível enquanto contratos e plataformas quiserem.

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Isso não é só sobre dançar. Quando jogos, músicas e filmes digitais desaparecem, preservar obras e garantir acesso vira um desafio. Serviços deveriam informar com mais antecedência, oferecer compensações claras ou permitir modos offline?

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A pergunta que fica na pista: se uma assinatura pode perder 56 músicas e ganhar 4 sem reduzir o preço, quem controla de verdade a experiência — quem joga ou quem detém os direitos?

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E aí, o que você achou?