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🚀 A chinesa LandSpace recuperou o primeiro estágio do Zhuque-3, avanço que pode reduzir custos de lançamentos e ampliar a competição espacial.

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🚀 A chinesa LandSpace recuperou o primeiro estágio do foguete Zhuque-3 após o lançamento. É a segunda empresa, além de SpaceX e Blue Origin, a pousar um propulsor de classe orbital. 🧵

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O estágio retornou a uma área de pouso em Gansu, no noroeste da China, a cerca de 390 km da plataforma de lançamento em Dongfeng. Foi a segunda tentativa da empresa de realizar a recuperação.

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Pousar não é apenas uma demonstração técnica: recuperar e reutilizar o primeiro estágio pode derrubar custos de acesso ao espaço, aumentando a frequência de missões e o envio de satélites à órbita.

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O Zhuque-3 tem 66,1 metros e nove motores no primeiro estágio. A LandSpace o posiciona como concorrente do Falcon 9, da SpaceX, hoje referência mundial em lançamentos reutilizáveis.

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A arquitetura também chama atenção: o foguete é feito de aço inoxidável e usa metano líquido com oxigênio líquido. Segundo a empresa, essa combinação pode reduzir custos e gerar combustão mais limpa que querosene e oxigênio líquido.

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Em missão descartável, a capacidade anunciada é de 14,2 toneladas para a órbita baixa da Terra. O Falcon 9 leva até 22,8 toneladas, mas o pouso bem-sucedido coloca a LandSpace em uma etapa decisiva para competir.

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A empresa busca captar 7,5 bilhões de yuans — cerca de US$ 1,11 bilhão — em uma oferta pública no STAR Market de Xangai. O capital deve financiar o desenvolvimento e serviços de lançamento reutilizáveis.

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A reutilização está deixando de ser exclusividade de poucas companhias. Mais concorrência pode acelerar inovação e ampliar o acesso a missões científicas e satélites — desde que segurança e gestão responsável da órbita acompanhem esse ritmo.

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