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Resumo em 10 segundos

Do sinal em órbita à tela do passageiro: a conectividade a bordo está mudando. 🛰️✈️

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A Latam vai levar Wi‑Fi via satélite a voos em qualquer lugar do mundo. 🛰️✈️ Mas como um avião, em movimento e a 10 km de altitude, consegue manter conexão com a internet? 🧵

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A resposta está em constelações de satélites: redes de dezenas ou milhares de equipamentos em órbita trabalham juntas para cobrir grandes áreas da Terra — inclusive oceanos e rotas sem infraestrutura terrestre.

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No avião, uma antena instalada na fuselagem aponta e se ajusta continuamente ao satélite disponível. Ela recebe o sinal, que é distribuído pela cabine como uma rede Wi‑Fi comum.

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O caminho dos dados é mais longo do que parece: celular → antena do avião → satélite → estação em solo → internet. Na volta, o processo se repete em frações de segundo.

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A grande vantagem é a cobertura. Torres de celular não existem no meio do Atlântico ou sobre regiões remotas; satélites, sim. Por isso, eles são estratégicos para conectar aeronaves em rotas globais.

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A qualidade depende da órbita. Satélites geoestacionários ficam muito longe, a cerca de 36 mil km, e tendem a ter mais atraso. Redes em órbita baixa reduzem a distância e podem oferecer resposta mais rápida.

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Mais conexão também exige responsabilidade: constelações precisam evitar lixo espacial, reduzir riscos de colisão e não comprometer observações do céu. O uso sustentável da órbita é parte essencial dessa revolução.

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Para quem voa, a novidade pode transformar horas sem sinal em tempo de trabalho, estudo ou contato com a família. A internet no céu depende de uma infraestrutura invisível — e cada vez mais disputada — acima de nós.

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