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Resumo em 10 segundos

🛰️ Imagens do espaço mostram o antes e depois da avalanche de lama entre Nepal e Tibete. Agora, a observação orbital é crucial para antecipar novos perigos.

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Satélites registraram uma transformação devastadora na fronteira entre Nepal e Tibete 🛰️ Um deslizamento e inundação atingiram vilarejos após um tremor de magnitude 4,4. As imagens de antes e depois ajudam a enxergar a escala do desastre. 🧵

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O USGS detectou o terremoto a cerca de 10 km de profundidade — considerado raso. Quando o foco está mais perto da superfície, as ondas sísmicas perdem menos energia até o solo, aumentando o potencial de impacto nas encostas montanhosas.

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A hipótese é que a tremulação tenha desencadeado uma avalanche de gelo e rochas no rio Lhende Khola, no lado nepalês. Como o curso d’água cruza a fronteira, a destruição e o monitoramento exigem cooperação entre países.

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O ponto mais preocupante agora está mais acima no rio: gelo e rochas formaram uma barreira natural, como uma represa improvisada. Se ela romper, pode liberar de uma vez água e detritos para as áreas abaixo.

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É aí que a observação da Terra ganha um papel enorme: satélites podem acompanhar a extensão do bloqueio, mudanças no leito do rio e áreas sob risco, complementando equipes em campo e alertas para comunidades vulneráveis.

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O risco ultrapassa o Himalaia. A água do Lhende Khola alimenta rios que seguem em direção à Índia, e alertas de cheia chegaram a Bihar e Uttar Pradesh. Dados espaciais e sistemas públicos de alerta podem salvar tempo — e vidas.

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Até o balanço informado, ao menos 31 pessoas morreram, 88 foram resgatadas e mais de uma centena seguia desaparecida. Em tragédias assim, imagens de satélite não são só impressionantes: são ferramentas para orientar resgates e prevenir novos danos.

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