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Resumo em 10 segundos

🎮 “Videogame Crash” saiu da cena gamer para a mesa de figuras centrais da política brasileira. E o debate vai bem além de jogar.

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🎮 Um livro sobre o Marco Legal dos Games, demissões em massa e o futuro da indústria brasileira chegou a Lula, Fernando Haddad e Guilherme Boulos. Sim: a pauta gamer foi parar no centro do debate público. 🧵

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“Videogame Crash: Do Marco Legal dos Games às demissões em massa” foi lançado digitalmente em 19 de junho de 2025 pela Critical Hit Books. A proposta é olhar para a cena nacional com apuração, dados e uma pergunta incômoda: quem realmente se beneficia quando o setor cresce?

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O lançamento também fugiu do padrão: teve live com Drops de Jogos, Folha TV, Meteoro Brasil e Diário do Centro do Mundo. Depois, rolou evento presencial na PerifaCon — um espaço gigante de cultura pop das favelas e periferias.

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Isso importa porque game brasileiro não é só estúdio gigante, console caro e anúncio em inglês. Tem desenvolvedor independente, trabalhador precarizado, comunidade periférica e muita gente tentando transformar talento em emprego digno.

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Boulos recebeu o livro em um encontro sindical em São Paulo. Haddad também ganhou um exemplar e aparece no debate por ter atuado contra a entrada do lobby das bets no Marco Legal dos Games — um dos temas centrais da obra.

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Já Lula recebeu “Videogame Crash” pelas mãos da jornalista Ana Lesnovski, durante entrevista ao Meteoro Brasil com Os Três Elementos e Blablalogia. O livro também foi enviado à senadora Leila Barros, que ajudou na discussão legislativa do setor.

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Depois de mais de 40 anos de história dos games no país, discutir regras para a indústria não deveria ser nicho. É falar de formação profissional, acesso à tecnologia, proteção a quem trabalha e condições para criar jogos brasileiros sem depender só de gigantes.

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No fim, a imagem de um livro gamer chegando a esses gabinetes diz bastante: videogame já é cultura, trabalho e economia. Agora o desafio é fazer o crescimento do setor alcançar quem cria, joga e vive dele — não só quem concentra o mercado.

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E aí, o que você achou?

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