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Resumo em 10 segundos

🌕 A Lua cheia domina o céu neste domingo (30). Veja por que ela muda de forma — e por que isso depende de onde você observa.

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🌕 Neste domingo (30), o calendário lunar aponta Lua cheia no céu. Mas ela realmente “muda de forma”? Não: o que muda é a porção iluminada pelo Sol que conseguimos enxergar da Terra. 🧵

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O ciclo completo recebe o nome de lunação: é o intervalo entre duas luas novas e dura, em média, 29,5 dias. Nesse período, a Lua passa pelas fases nova, crescente, cheia e minguante.

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Na Lua nova, ela fica aproximadamente na mesma direção do Sol vista da Terra. A face iluminada está voltada para o outro lado, por isso quase não a vemos no céu noturno — e ela pode se perder no brilho do dia.

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Depois vem a crescente: a área iluminada visível aumenta noite após noite. No Hemisfério Sul, ela costuma lembrar a letra C; no Norte, a orientação parece invertida. A Lua é a mesma — muda o ponto de vista.

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Na Lua cheia, Terra, Lua e Sol ficam quase alinhados, com a Terra entre os outros dois. Assim, a face lunar voltada para nós aparece praticamente toda iluminada. É a fase mais brilhante e fácil de observar.

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Após a cheia, a iluminação visível diminui: começa a fase minguante, que leva de volta à Lua nova. Cada grande etapa dura perto de sete dias, embora as transições aconteçam continuamente, noite a noite.

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E uma curiosidade final: vemos sempre quase a mesma face da Lua porque ela gira em torno de si mesma no mesmo tempo em que orbita a Terra. Esse encaixe, chamado rotação sincronizada, é um belo lembrete de como a gravidade organiza o céu.

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E aí, o que você achou?