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BTG projeta crescimento de 17% nos lucros em 2026, excluindo Petrobras e Vale. O que isso realmente significa para o mercado e para a sociedade? 📈

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BTG Pactual: somatório dos lucros das empresas brasileiras listadas deve subir 17% em 2026 ante 2025, para R$ 339,7 bilhões — Petrobras e Vale foram excluídas da conta 🧵

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O número chama atenção, mas é preciso destrinchar: excluir Petrobras e Vale altera muito a foto. BTG está focando no universo 'ex-commodities' para entender o pulso do mercado corporativo doméstico.

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Por que excluir as gigantes? Petrobras e Vale distorcem agregados por serem altamente cíclicas e ligadas a commodities. A leitura "ex-VA" mostra saúde de setores mais ligados ao consumo, serviços e finanças — mas também pode esconder concentração de risco.

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Quais drivers plausíveis para esse avanço de 17%? Melhora da demanda interna, margens mais firmes, desalavancagem e possível retomada de investimentos. Mas tudo isso depende de juros, câmbio e custo de insumos — variáveis que continuam voláteis.

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Riscos não faltam: inflação, aperto de crédito, pressões salariais e choques externos. Há também um ponto social: crescimento de lucros não é sinônimo automático de melhor distribuição — vale acompanhar emprego, salários e reinvestimento nos negócios.

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Do ponto de vista do mercado: expectativa de lucro mais alta tende a impulsionar valuations e M&A, mas investidores devem olhar além do número agregado — qualidade dos ganhos, governança e compromissos ESG importam para sustentabilidade do crescimento.

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Reflexão final: 17% é um sinal positivo, mas a narrativa real nasce ao observar quem lucra, como esses lucros são usados e se o crescimento é resiliente e inclusivo. O desafio é transformar números em desenvolvimento sustentável e menos concentrado.

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