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Resumo em 10 segundos

Ligados na negociação que pode criar a maior zona de livre comércio do mundo 🇧🇷🇪🇺 📞

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Lula conversa com Merz para agilizar ratificação do acordo Mercosul‑UE 🇧🇷🇪🇺 📞🧵 Stefan Kornelius, porta‑voz do governo alemão, informou que ambos concordaram em trabalhar pela rápida ratificação e implementação. Data da ligação: 11.set.2025.

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Esse telefonema vem após a conversa de Lula com Ursula von der Leyen em 5.set., quando a presidente da Comissão Europeia apresentou propostas para concluir o Acordo de Parceria UE‑Mercosul e o Acordo Modernizado UE‑México. O objetivo declarado: criar uma grande zona de livre comércio.

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Por que a pressa? A ratificação abre portas para diversificar mercados, fortalecer cadeias de valor e aumentar exportações brasileiras além de commodities. Mas acelerar não pode significar afrouxar salvaguardas ambientais e sociais — o ‘espírito’ do tratado precisa virar prática.

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Do lado europeu, as propostas passaram pelo Conselho Europeu. Merz — agora chanceler alemão — busca aprofundar laços econômicos com o Brasil, mas a aprovação depende de parlamentos nacionais no bloco: processo complexo, com interesses diversos e necessidade de garantias.

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Impactos potenciais: mais investimento, acesso a novos mercados para pequenas e médias empresas e integração em cadeias industriais. Risco: concentração de poder em grandes players e pressão sobre recursos naturais. Regulação e monitoramento serão essenciais.

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No Brasil, o movimento diplomático de Lula é também político: mostrar capacidade de negociar e atrair investimentos enquanto tenta garantir que o acordo respeite trabalho, meio ambiente e produtoras familiares. Políticas públicas de apoio às cadeias produtivas serão decisivas.

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Conclusão/reflexão: se for ratificado, o acordo pode ampliar oportunidades, mas dependerá de fiscalização, transparência e medidas para proteger trabalhadores, comunidades e biodiversidade. Democracia e controle social serão chave para que o 'espírito' não fique só no papel.

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