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Lula é favorito, mas 51% dizem que o conhecem e não votariam nele — o que isso muda na corrida presidencial? 🇧🇷🗳️

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Lula lidera as pesquisas a 1 ano das eleições de 2026, mas enfrenta rejeição alta: 51% dizem conhecê-lo e não votariam nele, aponta pesquisa Genial/Quaest 🧵

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Vamos aos números: em janeiro a mesma pergunta marcou 49% de “conhecem e não votariam”; agora são 51%. Houve pico em maio (57%). Em termos práticos, é uma tendência relativamente estável, mas com momentos de maior volatilidade.

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A tentativa prática: o governo aprovou na Câmara a isenção do IR para quem ganha até R$5.000. É uma medida pensada para eleitores de 2 a 5 salários mínimos — pode melhorar renda disponível e consumo, mas tem impacto orçamentário que precisa ser explicado.

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Por que isso importa eleitoralmente? Rejeição alta amplia risco de 2º turno e exige construção de alianças. Não basta ter a proposta: precisa-se mostrar transparência sobre custos, impacto social e sustentabilidade fiscal para vencer resistência.

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Além do IR, fatores que mantêm a rejeição: polarização, percepção sobre governo e falhas em serviços públicos. Reduzir rejeição envolve políticas concretas de inclusão (saúde, educação, trabalho) e comunicação que recupere confiança nas instituições.

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Reflexão final: liderar nas intenções é vantagem, mas 51% de rejeição é sinal de alerta. Em 2026, a disputa vai depender tanto de medidas reais quanto da capacidade de reconstruir confiança entre quem se sente excluído. Acompanhe como isso evolui.

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