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Lula desembarca em Nova York para a Assembleia Geral da ONU, primeira visita aos EUA após Trump assumir. Clima, economia e democracia no centro do palco. 🌎🇧🇷

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Lula vai à ONU em Nova York no dia 23: primeira visita aos EUA desde que Trump assumiu a presidência. Discurso, bastidores e chance de virar a chave nas relações bilaterais. 🇧🇷🤝🇺🇸🧵

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Contexto: Brasil e EUA vivem tensão recente — tarifas de até 50% a produtos brasileiros e ruídos diplomáticos. Mesmo assim, a Assembleia Geral é palco perfeito para retomar diálogo com foco em comércio justo, clima e defesa da democracia.

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Agenda positiva de Lula: combate à fome, proteção da Amazônia, transição energética e empregos de qualidade. Na ONU, essas pautas ganham força — e abrem portas para investimento verde, tecnologia inclusiva e cadeias de valor mais limpas que beneficiem quem produz.

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Olho nas bilaterais em NY: sinais de reaproximação pragmática podem destravar alívio nas tarifas, cooperação em clima e saúde global, e projetos em semicondutores/IA com formação profissional. A ideia: crescimento com inclusão e responsabilidade ambiental.

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No pano de fundo doméstico, decisões judiciais recentes envolvendo Jair Bolsonaro aumentaram a temperatura política. Lula tende a levar uma mensagem de estabilidade institucional — segurança jurídica atrai investimentos e protege direitos.

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O que acompanhar no discurso: 1) menção às tarifas e ao multilateralismo; 2) compromissos climáticos e financiamento para a transição justa; 3) defesa da liberdade de imprensa e instituições; 4) recado contra monopólios e por regras claras na economia digital.

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Às vezes pontes nascem de conversas difíceis. Se Nova York render passos concretos — de tarifas a pactos verdes — quem ganha é o trabalhador, a democracia e a Amazônia. Política externa é sobre melhorar vidas reais. Seguimos de olho.

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