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Presidente reafirmou respeito à autonomia do BC, mas empresários e banqueiros convergiram na crítica à Selic de 14% ao ano. 📉

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Lula negou estar insatisfeito com Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central, durante jantar com empresários e banqueiros. 🍽️🧵 Segundo relatos, o presidente disse respeitar Galípolo e a autonomia do BC, embora divirja de medidas da instituição.

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O encontro, realizado na segunda-feira, reuniu 16 convidados dos setores financeiro, industrial, de transportes, agronegócio e saúde. O tema que unificou a mesa foi a avaliação de que os juros atuais dificultam a atividade econômica.

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A Selic está em 14% ao ano. Lula mantém críticas públicas ao nível da taxa, argumentando que juros elevados pesam sobre consumo, crédito e investimentos. No jantar, o diagnóstico sobre esse impacto foi compartilhado por diferentes setores.

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O mercado financeiro, por sua vez, costuma atribuir os juros altos à percepção de risco fiscal: sem controle consistente das despesas públicas, a inflação e as expectativas exigiriam uma política monetária mais restritiva.

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Lula afirmou que responsabilidade fiscal precisa caminhar com responsabilidade social. Na prática, o desafio é combinar contas públicas sustentáveis com espaço para investimento, serviços essenciais e crescimento que alcance mais brasileiros.

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A independência do Banco Central esteve no centro da conversa. Lula reiterou que respeita a autonomia da autarquia — um sinal relevante para o mercado, após rumores de tensão entre o Planalto e o dirigente que ele próprio indicou.

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O jantar mostra um ponto de convergência raro: empresários, banqueiros e governo veem juros menores como desejáveis. A divergência está no caminho para chegar lá — ajuste fiscal, inflação sob controle, produtividade e previsibilidade são as peças centrais.

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