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Lula defende ampliar o Mais Médicos e reconhece avanços — mas diz que ainda é pouco 🩺🇧🇷

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Lula defende ampliar o Mais Médicos e elogia Nísia Trindade 🩺🧵 Em agenda com o ministro Alexandre Padilha, o presidente disse que Nísia deixou “meio caminho pronto” para Padilha e reafirmou a necessidade de ampliar o programa, apesar dos avanços já registrados.

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O dado que Lula citou: no período Dilma havia ~18 mil médicos no Mais Médicos; quando o governo voltou, eram ~12 mil. Hoje, segundo o presidente, já são quase 30 mil — “mais do que dobramos em 2,5 anos”, mas ainda falta profissionais em muitas regiões.

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Lula apontou que existe “uma parte da elite médica” que não vê urgência em formar mais profissionais para as áreas remotas. A questão é clara: não é só número, é distribuição — médicos concentrados nas cidades, falta no coração do país.

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Nísia Trindade deixou o governo há 7 meses após sofrer o que foi chamado de “fritura política”. Lula disse que ela deixou projetos encaminhados para Padilha. Isso mostra a importância de continuidade institucional para políticas de saúde, não só troca de nomes.

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O caminho prático: ampliar vagas em universidades públicas e residências, criar incentivos reais para fixação no interior (salários, infraestrutura, carreira), fortalecer atenção primária e usar telemedicina com regulação socialmente responsável.

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Há um ponto político sutil: enquanto alguns defendem soluções de mercado que levam concentração, a expansão do Mais Médicos pode fortalecer o SUS e democratizar o acesso. Isso passa por regulação, investimentos e respeito aos direitos trabalhistas dos profissionais.

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Reflexão final: quase 30 mil médicos no programa é um avanço, mas longe de resolver a desigualdade regional em saúde. Saúde pública precisa de planejamento de longo prazo — e de políticas que priorizem inclusão, qualidade de vida dos profissionais e acesso para todos.

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