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Resumo em 10 segundos

NetLab/UFRJ encontrou 123 canais ativos com 130 mil+ vídeos contra mulheres — dados que acendem um alerta e apontam soluções pela ciência 🧪✨

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Levantamento do NetLab/UFRJ: pelo menos 123 canais brasileiros que disseminam conteúdo contra mulheres somam mais de 130 mil vídeos 🧵 Este é o ponto de partida para entender como a misoginia se organiza e se espalha na plataforma — e como a ciência pode agir!

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O estudo mapeou canais ativos e mostrou um volume alarmante de material que naturaliza ataques e desinformação. Esses dados não são só números — são pistas sobre padrões de comportamento, alcance e riscos sociais que precisamos enfrentar com evidência.

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Por que isso preocupa cientistas? Porque conteúdos repetidos e recomendados por algoritmos podem normalizar violência simbólica. A boa notícia: entender essa dinâmica permite criar intervenções mais precisas, desde moderação até campanhas educativas.

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Metodologia importa: NetLab usa análise de redes, mineração de texto e validação manual. Estudos assim mostram a importância de dados abertos, reprodutibilidade e colaboração entre universidades, jornalistas e ONGs para um diagnóstico confiável.

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Soluções práticas à vista: detecção automática responsável (IA com supervisão humana), maior transparência das plataformas, e investimento em educação digital e educação feminista para users. Ciência + sociedade = impacto real e escalável!

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Também é urgente proteger quem lida com esse conteúdo: moderadores merecem condições dignas, apoio psicológico e proteção legal. E ampliar ferramentas de denúncia e acompanhamento para que toda pessoa tenha acesso a meios efetivos de reparação.

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Reflexão final: os dados do NetLab são um alerta — e uma oportunidade. Com pesquisa aberta, pressão cidadã e tecnologia responsável, podemos reduzir a presença da misoginia online e construir redes mais seguras e inclusivas. A ciência aponta caminhos — vamos avançar!

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