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🗳️ A Brigada Militar vai reforçar o policiamento em todo o Rio Grande do Sul no segundo turno. Entenda o plano, os limites e o que muda para quem vai votar.

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🗳️ Mais de 14 mil brigadianos serão mobilizados no segundo turno das Eleições 2026 no Rio Grande do Sul. A operação começa no sábado (24/10) e ganha força no domingo (25/10), dia da votação. Entenda o que está previsto 🧵

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A meta oficial é simples, mas decisiva: assegurar que eleitoras e eleitores possam votar com tranquilidade. Segurança eleitoral não é só evitar crimes — é proteger o acesso livre, seguro e igualitário ao voto.

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Na prática, haverá policiais em pontos-base nos locais de votação e arredores. O patrulhamento com viaturas e motocicletas também será ampliado, especialmente onde houver maior fluxo de pessoas.

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O planejamento usa inteligência policial: mapeia áreas, analisa dados e considera ocorrências do 1º turno. Isso permite distribuir equipes conforme riscos reais, em vez de concentrar recursos de forma aleatória.

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Se necessário, aeronaves poderão monitorar situações do alto. E, durante a apuração, o reforço alcança comitês e espaços públicos com grande circulação — uma medida preventiva para reduzir conflitos.

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A Brigada Militar também atuará integrada à Justiça Eleitoral e ao Ministério Público. Canais diretos com juízes e promotores devem agilizar o encaminhamento de ocorrências e preservar as regras do pleito.

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Entre os crimes que podem gerar intervenção estão compra de votos, transporte irregular de eleitores, ameaças e propaganda eleitoral irregular. Cada caso será encaminhado à autoridade competente, conforme o procedimento legal.

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Um detalhe importante: proteção ao voto também inclui respeitar o sigilo. A presença estatal deve prevenir intimidações e garantir direitos, sem interferir na escolha de ninguém. Eleição segura é aquela em que toda pessoa consegue votar livremente.

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