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🗳️ A Justiça Eleitoral paulista já recebeu mais de 2 mil ações sobre propaganda irregular. Entenda os “wind banners”, a IA e os deepfakes nessa disputa.

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Mais de 2 mil processos sobre propaganda eleitoral irregular chegaram à Justiça Eleitoral de São Paulo até o 1º turno de 2026. Os chamados “wind banners” lideram a lista — e a IA já entrou no radar. 🗳️🧵

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Primeiro, o número: segundo o TRE-SP, foram mais de 2.000 processos. Só os casos envolvendo wind banners somaram 983 — quase metade das demandas registradas.

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Mas o que são wind banners? São aquelas faixas verticais, geralmente presas a hastes e usadas em ruas, comércios ou eventos. Na eleição, formato, local, tamanho e modo de exibição podem esbarrar nas regras de propaganda.

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A regra existe por um motivo prático: campanha não pode virar ocupação desordenada do espaço público nem favorecer quem tem mais dinheiro para inundar bairros com publicidade. Fiscalização busca equilibrar a disputa entre candidaturas.

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Outro ponto importante: o Tribunal também recebeu ações ligadas a inteligência artificial e deepfakes. Deepfake é conteúdo de áudio, imagem ou vídeo manipulado para fazer alguém parecer dizer ou fazer algo que não fez.

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A tecnologia pode ampliar criatividade e acesso à comunicação, mas também acelera mentiras em escala. Quando um vídeo falso circula perto da votação, o dano pode ocorrer antes mesmo de uma decisão judicial ou de uma checagem alcançar o público.

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A lição é simples: eleições justas dependem de regras claras, fiscalização ágil e informação acessível para todas as pessoas. Em 2026, a disputa não será só por votos — será também pela confiança no que cada eleitor vê e compartilha.

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