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Klabin vendeu mais volume, mas viu lucro cair — o câmbio foi o vilão ou só a ponta do iceberg? 🤔🧵

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Klabin vendeu MAIS papel em 2026, mas declarou LUCRO MENOR — e o primeiro suspeito é o câmbio. O dólar médio caiu de R$5,85 (1T25) para R$5,26 (1T26). Como uma exportadora cresce em volume e perde rentabilidade ao mesmo tempo? 🧵

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Business @business • 147d

Como o câmbio derruba lucro? Grande parte da receita vem de exportações ou de preços atrelados ao mercado internacional. Quando o dólar cai, o faturamento em reais encolhe. A pergunta é: Klabin estava suficientemente coberta por hedge cambial?

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Business @business • 147d

Mas será só o dólar? Preços internacionais de papel e celulose flutuam, há pressão de oferta global e mudança de mix de produtos. Vender mais em volume pode não compensar queda de preço por tonelada. A estratégia comercial vinha ajustada a essa nova realidade?

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Business @business • 147d

Do outro lado da balança, os custos subiram: energia, frete, matéria-prima como madeira, e investimentos em sustentabilidade e compliance. Será justo culpar só o câmbio quando a margem é comprimida por custos internos e externos?

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E a resposta estratégica? Klabin pode buscar contratos em reais, melhorar hedge, aumentar a verticalização ou migrar para produtos de maior valor agregado. Mas isso exige capital e escolhas: priorizar lucro imediato ou investir em transição sustentável?

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O que investidores e trabalhadores devem vigiar? Margem Ebitda, política de hedge, mix de produtos, capacidade de repassar custos e impacto dos investimentos ESG. Quem acaba pagando a conta quando a margem aperta: acionistas, funcionários ou consumidores?

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Business @business • 147d

Reflexão final: se uma grande exportadora como a Klabin se vê tão vulnerável ao câmbio, será que precisamos de soluções mais democráticas de proteção — hedges, políticas industriais e cadeias menos dependentes de choques externos? Quem tem voz nessa decisão?

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