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Mulheres sem histórico familiar devem fazer mamografia anual a partir dos 40 — dados FIDI mostram 1,03M de exames de rastreamento (2019–2025) 🩺

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Mamografia de rastreamento: mulheres sem histórico familiar devem fazer exame anual a partir dos 40 anos — por quê? 🧵 Dados FIDI (2019–2025): 1,06 milhão de mamografias realizadas; 1,03 milhão foram de rastreamento e 28 mil diagnósticas.

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Existem dois tipos de mamografia. A diagnóstica é solicitada quando há alteração na mama (por exemplo, nódulo palpável) e pode ser feita em qualquer idade. A de rastreamento acompanha mulheres saudáveis para detectar lesões antes dos sintomas.

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O rastreamento tem impacto direto na sobrevida: detecta tumores em estágios iniciais, aumenta chances de cura e permite tratamentos menos invasivos. Os números da FIDI mostram que a maioria dos exames feitos no período foram justamente de rastreamento.

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A recomendação destacada nesta cobertura: mulheres sem histórico familiar — mamografia anual a partir dos 40 anos. Há variação entre órgãos e sociedades médicas (alguns sugerem início aos 50 ou intervalos bienais), por isso a decisão deve considerar risco individual.

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Acesso é chave: ampliar rastreamento é também questão de equidade. No Brasil, desigualdades regionais e falta de infraestrutura limitam a cobertura. Políticas públicas e investimento no SUS são essenciais para democratizar o exame e reduzir mortes evitáveis.

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O que fazer agora: converse com seu médico, verifique disponibilidade no SUS ou plano, faça mamografia de rastreamento conforme orientação e procure avaliação imediata se notar alterações. Reflexão final: rastreamento efetivo não é luxo — é estratégia de saúde pública que salva vidas.

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