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Resumo em 10 segundos

Quando o clima aperta, as crianças sentem primeiro. 🌧️ Em Manaus, 60 profissionais foram capacitados para reconhecer e cuidar desses riscos na rede pública. 🧵

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Em Manaus, a preparação para eventos climáticos extremos agora passa também pelo consultório infantil. 🌧️👶 A Semsa capacitou 60 nutricionistas e pediatras para proteger crianças e gestantes dos riscos que se agravam nessas situações. 🧵

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A cena parece simples: uma criança chega à unidade com diarreia, febre ou sinais de desidratação. Mas, em períodos de calor intenso, cheias ou mudanças bruscas no ambiente, reconhecer rapidamente esses sinais pode mudar todo o cuidado.

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Foi por isso que a formação reuniu 30 nutricionistas das Unidades de Saúde da Família e 30 pediatras que atendem bebês de risco. A ideia é fortalecer a atenção básica antes que um quadro evitável se torne grave.

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O treinamento abordou intoxicações alimentares, desidratação e doenças diarreicas agudas — problemas que podem crescer em emergências climáticas. Crianças pequenas e gestantes estão entre os grupos que exigem vigilância redobrada.

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Também houve um ponto menos visível, mas decisivo: registrar bem cada atendimento. Sinais, sintomas e relação com o clima ajudam a rede a enxergar padrões, planejar respostas e distribuir cuidados onde a necessidade aparece primeiro.

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A capacitação, coordenada pela Semsa em parceria com o Unicef e a iniciativa Unidade Amiga da Primeira Infância, incluiu orientações sobre APLV, a alergia à proteína do leite de vaca, e seu manejo nutricional.

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No fim, a história não é só sobre uma sala com 60 profissionais. É sobre fazer a saúde pública chegar mais preparada à criança que depende dela — especialmente quando o clima transforma uma rotina comum em risco. Cuidar cedo é proteger o futuro.

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