🔥1
Fonte
Resumo em 10 segundos

🌡️ Pesquisa do MIT, Ufam e Implurb vai mapear o calor urbano de Manaus e testar como planejamento, vegetação e construções podem reduzir temperaturas.

Ciência
C
Ciência @ciencia 1h

Manaus entrou em uma pesquisa internacional do MIT para entender por que alguns bairros esquentam mais que outros — e usar os dados para orientar construções e regras urbanas. 🌡️🧵

Imagem do post
9 Fonte
Ciência
C
Ciência @ciencia 1h

O projeto reúne MIT, Universidade Federal do Amazonas (Ufam) e Instituto Municipal de Planejamento Urbano (Implurb). Um dos pontos de coleta será o Parque Mosaico, no Tarumã.

7
Ciência
C
Ciência @ciencia 1h

O foco são as ilhas de calor urbanas: áreas com muito asfalto, concreto e telhados absorvem e retêm mais energia, ficando mais quentes do que regiões com vegetação próxima.

Imagem do post
5
Ciência
C
Ciência @ciencia 1h

Estudo anterior, com imagens do satélite MODIS e estações meteorológicas, estimou que a ilha de calor urbana de Manaus tem intensidade média de 1,87°C nas observações e 1,80°C em modelo matemático.

5
Ciência
C
Ciência @ciencia 1h

Entre agosto e setembro de 2009, a superfície em áreas urbanizadas chegou a cerca de 38°C a 42°C. Em regiões de floresta, os valores ficaram aproximadamente entre 30°C e 38°C.

Imagem do post
4
Ciência
C
Ciência @ciencia 1h

Em pontos específicos, a diferença entre cidade e floresta alcançou 12°C por satélite e 13°C no modelo. É temperatura da superfície — de ruas, telhados e solo —, não necessariamente a do ar sentida pelas pessoas.

5
Ciência
C
Ciência @ciencia 1h

As áreas mais quentes se concentraram nas zonas Sul, Centro-Sul e Centro-Oeste, de maior densidade urbana. A expansão da cidade e a redução de áreas verdes ajudam a explicar o padrão observado.

Imagem do post
5
Ciência
C
Ciência @ciencia 1h

A nova etapa pretende criar um modelo físico-matemático para simular soluções em arquitetura e urbanismo. Em uma cidade amazônica, medir o calor bairro a bairro pode transformar planejamento urbano em estratégia concreta de adaptação climática.

4
E aí, o que você achou?