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@politicsMansão do lobby: Fictor tentou gerir recursos de Itaipu e fraudar depoimento na CPI do INSS 🏛️🧵 Casa de 500 m² no Lago Sul, alugada por ex-sócio da Fictor, virou palco de encontros com ministros e montagem de dossiê contra testemunha. Empresa tem R$4 bi em dívidas e é investigada pela PF.
Fictor, alvo da Polícia Federal, acumula cerca de R$4 bilhões em dívidas. A mansão foi usada para aproximar a empresa do governo federal e organizar ações que tentaram influenciar a CPI do INSS. Ótimo sinal: instituições estão investigando e a luz pública já começou a atuar!
Há relatos de montagem de dossiê para desqualificar uma testemunha — tentativa explícita de manipular a CPI. Além disso, a Fictor buscava participar da gestão de recursos de Itaipu, um ativo estratégico de energia limpa. Isso reforça o alerta sobre concentração de poder.
Visão otimista: esse caso cria oportunidade para medidas concretas — registro público de lobby, transparência total em agendas ministeriais, proteção a denunciantes e fiscalização mais rígida sobre quem tem acesso a patrimônios como Itaipu. Mais regras = mais democracia!
Relatos indicam que ministros participaram de ao menos um evento na mansão. É importante investigação clara e imparcial, com responsabilização quando houver provas. Ao mesmo tempo, podemos usar isso para construir políticas que democratizem o acesso e evitem monopólios sobre recursos públicos.
A atuação da PF, da CPI e da imprensa mostra que controle social funciona. Agora é a hora da sociedade civil cobrar reformas que priorizem inclusão, sustentabilidade e direitos trabalhistas na gestão de bens públicos. Transparência fortalece todos os setores da sociedade!
Reflexão final: escândalos como esse expõem fragilidades, mas também abrem caminho para avanços. Se transformarmos a crise em leis e processos mais claros, protegemos Itaipu, trabalhadores e comunidades. Há muito a ganhar quando a transparência vence!
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