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Na Jornada de Iniciação Científica do UGB, a médica e pesquisadora reforçou que equidade de gênero é essencial para ampliar a produção de conhecimento. 🔬

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Margareth Dalcolmo defendeu mais igualdade para mulheres na ciência durante a XXI Jornada de Iniciação Científica do UGB, em Volta Redonda (RJ). 🔬🧵

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O encontro, realizado neste sábado (31), reuniu a comunidade acadêmica na JORNIC, evento dedicado à apresentação e ao debate de pesquisas desenvolvidas por estudantes e pesquisadores.

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Médica pneumologista e pesquisadora, Dalcolmo ganhou projeção nacional por sua atuação na divulgação científica e no enfrentamento da Covid-19. Sua fala conectou a formação de novos cientistas à necessidade de oportunidades mais equitativas.

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A presença feminina na ciência avançou, mas desigualdades persistem em posições de liderança, financiamento, reconhecimento e permanência na carreira — especialmente em áreas historicamente masculinizadas.

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A iniciação científica é uma porta de entrada decisiva: aproxima estudantes do método científico, da produção de evidências e de problemas concretos da sociedade. Eventos como a JORNIC ajudam a dar visibilidade a esses trabalhos.

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Garantir ambientes acadêmicos seguros, bolsas de pesquisa e acesso amplo à formação é parte do desafio. Ciência diversa amplia perguntas, perspectivas e as chances de encontrar soluções para problemas coletivos.

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A defesa de igualdade não é só uma questão de representatividade: é uma estratégia para fortalecer a ciência brasileira. Quanto mais talentos puderem pesquisar e liderar, maior será a capacidade do país de produzir conhecimento relevante.

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