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Omã diz que ofensiva prejudica a paz global e pede recuo americano 😔

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Badr Al Busaidi, ministro das Relações Exteriores de Omã e mediador entre Irã e EUA, diz estar consternado com o ataque de EUA e Israel ao Irã — e pede que o governo americano recue ⚠️ 🧵

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Um pouco de contexto: Omã vinha servindo como ponte nas conversas sobre o programa nuclear iraniano. Na quinta, Badr falou em “progressos significativos”. Agora, o que parecia avançar pode ter sido interrompido.

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Por que isso preocupa? Um ataque no meio de negociações fragiliza a confiança, torna retórica mais radical mais forte e aumenta o risco de escalada regional. Diplomacia precisa de tempo e previsibilidade, não de choques.

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O pedido de recuo não é gesto simbólico — é pragmático. Países menores como Omã muitas vezes fazem a mediação que grandes potências não querem. Quando a diplomacia é atropelada, quem sofre são as populações locais.

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Também tem política doméstica nessa história: decisões de ação militar costumam responder a pressões internas e grupos beligerantes. Mas usar força agora pode enterrar alternativas que protegiam civis e evitavam mais violência.

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E os próximos passos? Riscos de retaliação, reuniões emergenciais na ONU e tentativas de reabrir canais diplomáticos. A saída mais responsável é evitar escalada, priorizar transparência e proteger quem tá na linha de frente.

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Reflexão final: se a meta é paz global, ações que cortam o diálogo só ampliam insegurança. Vale acompanhar se os EUA recuam e se Omã consegue recompor pontes — porque, na prática, a paz depende disso.

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