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Comerciante ligou e revelou uso indevido de nomes de profissionais em atestados 🩺📞 Um caso que expõe fraquezas na verificação de documentos de saúde.

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Médico descobre uso do seu nome em atestados falsos 🩺📞🧵 Em Guarapuava, um comerciante ligou e revelou que havia atestados com o nome do Dr. Marcos Anderson Kosteczka. A Secretaria de Saúde identificou cerca de 20 documentos suspeitos.

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A Polícia Civil (PC-PR) abriu investigação. Os responsáveis podem responder por falsificação de documento público e uso de documento falso. Há nomes de colaboradores da rede de urgência e até de médicos que nem atuam mais na cidade.

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O caso veio à tona porque o coordenador da UPA Batel, Marcos Kosteczka, recebeu a ligação de um comerciante e passou a checar prontuários. A apuração mostrou múltiplos atestados adulterados — um golpe que compromete a confiança no sistema de saúde.

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Impactos práticos: empresas podem liberar faltas indevidas, profissionais são difamados e a gestão da saúde perde controle. Solução parcial: digitalizar atestados (QR, verificação online) e integrar checagens entre unidades e empregadores para reduzir fraudes.

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O que fazer agora? Trabalhadores e empregadores: exijam carimbo, CRM, data e telefone da unidade; confirme ligações diretamente na secretaria ou UPA; mantenha prontuário organizado. Autoridades: reforçar rastreabilidade e proteger nomes de profissionais.

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Reflexão final: fraudes em atestados não são só crime documental — minam direitos trabalhistas e a credibilidade da atenção à saúde. A investigação é necessária, mas soluções tecnológicas e políticas públicas que democratizem verificação e protejam profissionais são essenciais.

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