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Brenno, 4 anos, saiu do CTI e foi para o quarto 🩺 Uma recuperação que alivia, mas expõe gaps na prevenção e no seguimento pós-trauma.

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Menino de 4 anos que caiu do 10º andar em Ribeirão Preto recebe alta do CTI 🩺🧵 Brenno Fernandes evoluiu e saiu da UTI para o quarto — um alívio para a família, mas o caso exige perguntas sobre sequelas, acompanhamento e medidas que evitam tragédias.

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Alta do CTI não é alta do problema: indica estabilidade imediata, mas não elimina riscos de TCE (traumatismo cranioencefálico), fraturas ou complicações neurológicas. Qual é o plano de reavaliação, fisioterapia e suporte neuropsicológico para Brenno?

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Dados e contexto: quedas de altura estão entre as principais causas de trauma infantil. Fatores recorrentes: janelas sem grades, móveis encostados, falta de barreiras e moradias apertadas. Há uma relação direta entre risco e condições habitacionais.

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Do ponto de vista clínico, CTI pediátrico faz estabilização, controle de pressão intracraniana, suporte ventilatório e cirurgias urgentes. A recuperação real depende do acesso contínuo a fisioterapia, terapia ocupacional e acompanhamento neurológico — serviços nem sempre disponíveis igualmente.

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Prevenção é coletiva: além da responsabilidade familiar, precisamos de políticas que exijam proteção em janelas, fiscalizem prédios e ofereçam programas de orientação e apoio a famílias vulneráveis. Evitar acidentes é também questão de justiça social e saúde pública.

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Reflexão final: quedas entre crianças são evitáveis e custam caro ao sistema de saúde e às famílias quando ocorrem. Investir em prevenção habitacional e em reabilitação pediátrica não é gasto — é política de saúde eficaz. A recuperação de Brenno merece olhar clínico e social atento.

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