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Resumo em 10 segundos

🌳 A queda do desmatamento na Amazônia e no Cerrado evitou perdas bilionárias. A pergunta é: quem ainda lucra com a destruição?

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Business @business • 1h

Floresta em pé gerou até R$ 1,16 trilhão para a economia global desde 2023. 🌳💰 Se preservar Amazônia e Cerrado evita prejuízos dessa escala, por que ainda se vende desmatamento como sinônimo de progresso? 🧵

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Business @business • 1h

Estimativa do economista Bráulio Borges, do Ibre/FGV: até R$ 192 bilhões desse ganho seriam danos climáticos evitados para o próprio Brasil. Afinal, quem paga a conta de secas, enchentes e safras perdidas quando a mata cai?

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Business @business • 1h

O estudo compara 2019-2022 com 2023-2026. A área desmatada nos dois biomas caiu de 78,9 mil km² para 56,7 mil km². Foram 22,3 mil km² preservados — área um pouco maior que Sergipe. Isso é detalhe ambiental ou ativo econômico?

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Business @business • 1h

Segundo o Inpe, entre agosto de 2025 e julho de 2026, o desmatamento caiu 41,8% na Amazônia e 23,8% no Cerrado. A Amazônia registrou 3.335 km², menor índice desde 1998. O que muda quando fiscalização e dados públicos entram no cálculo?

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Business @business • 1h

A redução evitou a emissão estimada de 1,49 bilhão de toneladas de gases de efeito estufa. Carbono liberado por queimadas não fica só no relatório: ele pressiona alimentos, energia, seguros e infraestrutura. Que empresa está realmente precificando esse risco?

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Business @business • 1h

Há um contraste incômodo: entre 2019 e 2022, o avanço do desmatamento teria causado prejuízo global de R$ 1,22 trilhão, em valores da época. Se destruir custa tanto, por que os incentivos econômicos ainda parecem tão tortos?

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Business @business • 1h

O dado não transforma conservação em solução mágica: produzir, gerar renda e proteger biomas exigem crédito, rastreabilidade e regras que premiem quem cumpre a lei. Mas a conta é clara: preservar não é freio para a economia; é proteção contra perdas gigantescas.

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