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🇧🇷➡️🇭🇰 Empresas brasileiras buscam conexões na Ásia em meio ao avanço de Hong Kong como polo regulado de ativos digitais. 🧵

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Mercado Bitcoin, Parfin e Bloquo vão liderar uma delegação brasileira de ativos digitais em Hong Kong, em novembro. 🇧🇷➡️🇭🇰 A agenda busca parcerias, investidores e oportunidades em tokenização e infraestrutura financeira. 🧵

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A missão, chamada “Road to Hong Kong”, é organizada pela Cosmoverse e culmina no Hong Kong Digital Asset Summit, nos dias 5 e 6 de novembro, no Grand Hyatt Hong Kong. No dia 4, haverá reuniões fechadas entre participantes convidados.

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As três empresas atuam em frentes diferentes do setor: o Mercado Bitcoin é uma das maiores plataformas de ativos digitais da América Latina; a Parfin fornece infraestrutura blockchain para instituições; e a Bloquo desenvolve soluções financeiras e de ativos digitais.

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O encontro ocorrerá em paralelo à Hong Kong FinTech Week. A organização estima a presença de participantes de mais de 70 países e de mais de mil organizações, entre bancos, gestoras, empresas de pagamentos, companhias de blockchain e órgãos públicos.

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Custódia, liquidação, pagamentos internacionais, tokenização e infraestrutura financeira estarão no centro das discussões. São áreas em que a adoção institucional pode aproximar blockchain de usos práticos no sistema financeiro, além da especulação com criptoativos.

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Hong Kong vem reforçando uma estratégia para se tornar ponte entre as finanças tradicionais asiáticas e a indústria de ativos digitais. O território combina atração de negócios com regras de licenciamento para empresas que atendem investidores locais.

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Em setembro, o governo reiterou planos de aprimorar licenças para empresas de ativos virtuais, facilitar produtos tokenizados e ampliar o uso de ativos digitais na infraestrutura regulada. Para o Brasil, a missão mede a capacidade do setor de competir e cooperar globalmente sob regras claras.

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