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🐶🐱 Pets já são parte da família — e essa mudança está acelerando investimentos, inovação e consumo no setor.

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🐶🐱 O mercado pet brasileiro deve crescer 9,6% em 2026, segundo a Abinpet. A alta reflete uma mudança clara no consumo: cães e gatos passaram a influenciar a rotina, o orçamento e as escolhas das famílias. 🧵

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O foco dos tutores vai além da praticidade. Cresce a procura por alimentos nutritivos, ingredientes naturais e produtos com menos corantes e aromatizantes — tendência que pressiona a indústria a rever fórmulas e ampliar o portfólio.

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Na Serra Gaúcha, a fabricante das marcas Mikcat e Mikdog investiu R$ 40 milhões na ampliação da fábrica em Paraí e na compra de equipamentos. A empresa atua há 42 anos no segmento.

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A aposta está especialmente nas rações úmidas. A projeção da companhia é elevar as vendas dessa categoria em 30% nos próximos 12 meses, acompanhando a busca por conveniência e alimentação percebida como mais atrativa aos animais.

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Outro lançamento é um petisco cremoso em bisnaga, inspirado em uma receita japonesa e anunciado como 100% natural. Segundo a empresa, o produto é o único desse tipo fabricado no Sul do Brasil.

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O caso ilustra como o mercado pet combina afetividade e negócios: inovação em alimentos, modernização industrial e produtos de maior valor agregado. O desafio será crescer mantendo qualidade, informação clara ao consumidor e preços acessíveis.

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Com previsão de alta de 9,6% em 2026, o setor pet reforça seu peso na economia brasileira. A humanização dos animais não é só uma mudança de comportamento: tornou-se uma força concreta de investimento e consumo.

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