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Resumo em 10 segundos

Queda de 13% no Merval, ADRs despencando e o dólar encostando no teto da banda — o revés eleitoral que virou risco econômico 🧵

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Argentina: Bolsa cai 13,25% e dólar encosta no teto da banda cambial após derrota do partido de Milei na província de Buenos Aires 🧵

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O pânico chegou ao pregão: Merval fechou em queda de 13,25%, a 1.732.923,77 pontos. Em NY, ADRs de empresas argentinas caíram até ~25% — BBVA -24,41%. Bancos foram os mais atingidos: Supervielle -23,97%, Banco Macro -23,57%, Grupo Financiero Galicia -23,57%.

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No câmbio, o dólar oficial subiu para 1.423,4953 pesos (salto >4% desde sexta) e se aproximou do teto da banda móvel (~1.470). No mercado paralelo, o dólar blue foi a 1.385 pesos, o maior patamar em mais de um ano — sinal claro de tensão sobre reservas e confiança.

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Por que isso aconteceu? A derrota provincial levanta dúvidas sobre a capacidade do governo de avançar com a agenda de estabilização fiscal. Investidores recalibram risco político: sem confiança, medidas prometidas perdem força — e quem costuma pagar o preço são os mais vulneráveis.

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Impacto prático: risco de fuga de capitais, pressão sobre reservas e maior volatilidade para preços e salários. Solução? Mais transparência fiscal, comunicação clara do Banco Central e políticas que combinem responsabilidade com proteção social — evitar ajustes que acelerem a desigualdade.

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Conclusão: eleições locais podem alterar o curso de políticas nacionais. Se a banda for testada, decisões sobre reservas, controles e diálogo social serão cruciais. A próxima semana promete definir se a resposta será estabilizadora ou traumática — fique de olho nas próximas medidas.

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