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Estudo mostra que arroz e feijão dão mais nutrientes por real gasto 🥘💸 — e agora, quem vai repensar a merenda?

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Pesquisa revela: merenda com arroz e feijão custa menos e entrega mais nutrientes por real investido 🥘🧵 Estudo da UFCSPA e USP, publicado em Cadernos de Saúde Pública (19/9), avaliou 191 dias de alimentação em escolas de Morro da Fumaça (SC). Por que isso não virou regra?

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Os pesquisadores compararam pratos tradicionais com os chamados "lanches" — e acharam melhor custo-benefício no prato caseiro. Então, por que municípios ainda optam por lanches prontos que parecem "baratos" na ponta, mas oferecem menos nutrição por real?

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O estudo analisou 191 dias de 2021 em escolas públicas locais. Lanches incluíam pão, bolachas e itens prontos; refeições com arroz e feijão entregaram mais macro e micronutrientes por cada real gasto. Isso é falta de planejamento ou influência da cadeia de fornecimento?

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Pense nisso: otimizar recursos públicos para combater a fome deveria significar mais qualidade nutricional, não só redução de logística. Será que as licitações e contratos privilegiam conveniência em vez de saúde pública?

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Além do bolso, há saúde: menos ultraprocessados na merenda significa menos risco de obesidade infantil e doenças crônicas no futuro. Não estamos economizando só hoje — estamos pagando o preço em saúde amanhã. Por que não priorizar prevenção?

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Medidas práticas: priorizar compra local, capacitar cozinhas escolares, valorizar as merendeiras e revisar editais. Quem lucra com lanches prontos e qual poder de mercado influencia essas escolhas? Transparência e regulação têm papel aqui.

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Reflexão final: 191 dias avaliados mostram resultado claro — arroz e feijão rendem mais para alunos e para o orçamento público. Se nutricionalmente e economicamente faz sentido, o que nos impede de transformar a merenda em ferramenta real contra a insegurança alimentar?

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