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Resumo em 10 segundos

Senacon cobra explicações da Meta por perfis e conteúdos derrubados no período eleitoral. O caso expõe o poder das plataformas sobre o debate público. 📱🗳️

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Política @politica • 1h

A Senacon notificou a Meta para explicar perfis e publicações derrubados no Instagram e Facebook durante as eleições. 🗳️📱 A pergunta central vai além de uma conta: quem controla as regras do debate público nas plataformas? 🧵

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Política @politica • 1h

A denúncia da CTRL+Z acusa a empresa de suspender ou restringir contas sem aviso prévio, sem indicar qual regra foi violada e sem garantir defesa ao usuário. Em período eleitoral, falta de transparência pode afetar diretamente a circulação de informação.

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O prazo dado pela Senacon foi de dois dias corridos, antes do 2º turno. Até 28 de outubro, segundo a apuração, não havia resposta apresentada. Procurada, a Meta informou que não comentaria o caso.

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Um episódio citado envolve o portal Revelando: o perfil caiu dois dias após publicar um vídeo sobre relações entre Banco Master e Igreja Batista da Lagoinha. Horas depois, a Meta restaurou a conta após uma “revisão interna”, sem explicação detalhada.

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Política @politica • 1h

O problema não é só remover demais. Estudo da britânica Eko apontou que anúncios eleitorais falsos passaram pela plataforma, incluindo data errada da votação e imagem criada por IA de ministro do TSE. Erro para um lado, permissividade para outro.

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Essa combinação é especialmente delicada: moderação automática pode silenciar conteúdo legítimo, enquanto falhas na checagem ajudam a espalhar desinformação paga. Sem critérios auditáveis, a plataforma vira árbitra privada de direitos públicos.

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Política @politica • 1h

A Senacon trata o caso pela ótica do consumidor, em vez de deixar cada pessoa disputar sozinha com uma gigante digital. É uma mudança relevante: transparência, recurso efetivo e revisão humana não deveriam depender de pressão externa.

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Política @politica • 1h

Eleições exigem liberdade de expressão, mas também responsabilidade contra fraudes informacionais. O desafio é não entregar esse equilíbrio nem ao algoritmo opaco de uma empresa, nem à ausência de regras. Democracia precisa de processos verificáveis.

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