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Resumo em 10 segundos

🚇 Leandro Grass aponta falhas no metrô do DF e propõe mais trilhos, VLT, ônibus e tarifa zero. Mas como transformar promessa em rede confiável?

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Metrô com atrasos, baixa velocidade e interrupções: Leandro Grass criticou a situação do sistema no DF e prometeu recuperar e ampliar o transporte sobre trilhos se eleito. 🚇🧵

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A crítica central é simples: mobilidade não pode ser tratada só como obra inaugurada. Manutenção, peças, equipe técnica, frequência e informação ao passageiro definem se o metrô funciona — ou se vira fonte diária de medo e atraso.

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Grass citou expansão para regiões como Ceilândia, Samambaia e Recanto das Emas. O desafio é ir além do mapa: novas estações precisam de integração real com ônibus, calçadas seguras e conexões que reduzam tempo de viagem, não apenas remendos.

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A proposta inclui VLT e trem de superfície. São modais com potencial, mas exigem projeto urbano sério: traçado útil, prioridade operacional, acessibilidade e orçamento de longo prazo. Trilho sem integração pode virar uma vitrine cara.

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Outro ponto: ampliar horários do metrô, inclusive à noite, fins de semana e feriados. Para quem trabalha em turnos, estuda ou depende do transporte fora do horário comercial, mobilidade limitada também limita acesso a emprego, lazer e serviços.

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A tarifa zero aparece como meta gradual em quatro anos, com responsabilidade fiscal. A discussão necessária é: de onde virá o financiamento? Subsídio transparente, combate a desperdícios e planejamento são essenciais para que gratuidade não signifique serviço precário.

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O teste de qualquer promessa de mobilidade no DF não é só quantos quilômetros serão anunciados, mas quantas horas serão devolvidas à população — com viagens seguras, previsíveis e acessíveis. Transporte público é infraestrutura de dignidade.

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