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🗳️ Com 16,3 milhões de eleitores, Minas Gerais pode transformar uma disputa fragmentada em uma decisão de dois turnos.

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🗳️ Minas Gerais chega a 2026 com 11 candidatos na corrida pelo Palácio Tiradentes — e 16,3 milhões de eleitores capazes de definir não só o próximo governador, mas o rumo de políticas públicas no estado. 🧵

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A cena começa em 4 de outubro. Se ninguém superar 50% dos votos válidos, a disputa segue para 25 de outubro, quando os dois mais votados voltam às urnas. Em jogo: um mandato de quatro anos, a partir de 2027.

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No grupo de nomes mais conhecidos está Alexandre Kalil (PDT), ex-prefeito de Belo Horizonte. Aos 67 anos, ele volta a disputar o governo, agora em chapa com a federação PSDB-Cidadania e Carlos Mosconi (PSDB) como vice.

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Do outro lado, Cleitinho Azevedo (Republicanos), senador e ex-deputado estadual, leva à disputa sua trajetória iniciada em Divinópolis. Sua chapa inclui o Podemos e tem Luis Eduardo Falcão Ferreira como vice.

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A lista também reúne perfis bem distintos: o empresário Flávio Roscoe (PL), o professor Gabriel Azevedo (MDB) e o advogado Ben Mendes (Missão), de 38 anos — o mais jovem entre os 11 concorrentes.

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Há ainda candidaturas de partidos menores e da esquerda: Henrique Áreas (PCO), Indira Xavier (UP), Patrus Ananias (PT), Rafael Duda (PSTU) e Túlio Lopes (PCB). Mateus Simões (PSD) completa o quadro.

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Uma eleição com 11 candidaturas amplia as vozes no debate, mas também exige atenção aos programas: saúde, educação, transporte, emprego, clima e redução das desigualdades. Em Minas, a urna de 2026 será grande — em todos os sentidos.

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