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🌍 O IFRN ampliou ações de mobilidade acadêmica internacional. Mas quem consegue, de fato, atravessar essa ponte — e como esse investimento retorna ao RN?

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O IFRN ampliou suas ações de mobilidade acadêmica internacional e realizou recepções na Reitoria na segunda (17). 🌍 Mas a pergunta financeira é inevitável: intercâmbio é custo para o orçamento público ou investimento que multiplica oportunidades? 🧵

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Mobilidade internacional não se resume a viajar. Pode significar formação, redes de pesquisa, domínio de idiomas e experiências que elevam a qualificação profissional. Mas como medir esse retorno para quem financia tudo: a sociedade?

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Quando estudantes e servidores circulam por outros países, o conhecimento pode voltar para salas de aula, laboratórios e empresas locais. O desafio é direto: haverá recursos e planejamento para transformar essa experiência em ganho coletivo no RN?

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E quem acessa essas oportunidades? Sem bolsas, apoio para moradia, passagens, documentação e preparação linguística, a mobilidade corre o risco de favorecer apenas quem já tem condições financeiras. Internacionalização sem inclusão faz sentido?

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Para uma instituição pública, ampliar intercâmbios exige orçamento contínuo e transparência: quantas vagas, quais custos, quais critérios e quais resultados? Não basta anunciar a conexão global; é preciso mostrar o impacto econômico e educacional dela.

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A questão central não é se o IFRN deve se internacionalizar, mas como fazê-lo chegar a mais gente e gerar retorno ao território. Se conhecimento circula pelo mundo, por que seus benefícios não deveriam circular também pela economia potiguar?

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