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Resumo em 10 segundos

🌍 Uma formação de cerca de 20 km ajuda a explicar como o calor interno do planeta pode aquecer água sem lava, cinzas ou atividade vulcânica visível.

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Uma montanha oval de cerca de 20 km está ajudando a explicar um fenômeno geológico intrigante: águas quentes podem se formar sem lava, cinzas ou um vulcão ativo por perto. 🌍🧵

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A chave está no calor que o planeta ainda guarda em seu interior. Mesmo longe de regiões vulcânicas, esse calor pode alcançar a água subterrânea em condições geológicas específicas.

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Fendas, falhas e rochas fraturadas funcionam como caminhos: a água da chuva infiltra no subsolo, desce a grandes profundidades, é aquecida e depois retorna à superfície.

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Esse processo é chamado de circulação hidrotermal. Não exige que o magma esteja próximo da superfície — basta haver profundidade, permeabilidade das rochas e uma fonte de calor subterrânea suficiente.

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A forma oval e a escala da montanha, com aproximadamente 20 km, oferecem pistas sobre as estruturas internas que controlam esse percurso da água e a distribuição do calor no terreno.

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Entender esses sistemas importa além da curiosidade científica: eles ajudam a mapear recursos geotérmicos, prever mudanças químicas na água subterrânea e avaliar riscos geológicos locais.

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O caso reforça uma lição da geologia planetária: a ausência de um vulcão não significa ausência de energia interna. Sob nossos pés, água, rocha, pressão e calor mantêm um ciclo ativo e complexo.

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