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Resumo em 10 segundos

A Faculdade de Medicina da UFU perde uma líder e pesquisadora; que legado científico e humano a universidade vai preservar? 🧠🧵

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Morre Tânia Maria da Silva Mendonça, diretora da Faculdade de Medicina da UFU, aos 63 anos — pesquisadora e docente na instituição desde 2005. Quem perde mais: a família, os alunos, a ciência brasileira? 🕊️🧵

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Qual é o peso de perder uma referência institucional? Tânia deixou décadas de ensino e pesquisa — mas existe um plano real para preservar o legado dela (dados, orientações, projetos em andamento)? Ou tudo vira memória dispersa?

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Pesquisadora e diretora: isso sugere impacto em ensino, assistência e ciência. Como a UFU vai garantir continuidade das linhas de pesquisa e proteger alunos e bolsistas? Será que nossas universidades estão preparadas para sucessão científica?

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E quanto às condições de trabalho que moldaram essa trajetória? Mulheres alcançando cargos de liderança ainda enfrentam obstáculos. A morte de uma líder nos faz perguntar: estamos realmente apoiando diversidade e equidade na academia?

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Alunos, pacientes e equipes perdem uma voz. Quem assume a direção com sensibilidade científica e compromisso com acesso democrático ao ensino e à pesquisa? Será que haverá transparência nas decisões e diálogo com a comunidade?

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Reflexão final: homenagear Tânia não pode ser só nota de pesar. É hora de cobrar proteção aos projetos, apoio aos orientandos e políticas que fortaleçam carreiras científicas diversas. O legado se preserva com ação — o que a UFU fará agora?

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