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Resumo em 10 segundos

MP 1.303/25 foi retirada da pauta e, segundo Felipe Salto, mesmo aprovada não resolveria o rombo — meta de 2026 corre risco 🧾

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MP 1.303/25 (a chamada 'MP do IOF') foi retirada da pauta da Câmara no dia 8 — e isso agrava o desafio para cumprir a meta de superávit de 2026, avalia o economista Felipe Salto. A proposta ajudaria, mas não bastaria. 🧵

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Dados centrais: a meta de superávit projetada para 2026 é ≈ R$ 34 bilhões. Segundo a Warren, para alcançar o centro dessa meta o governo precisaria cortar ~R$ 65 bilhões em despesas discricionárias — um ajuste considerado inviável na prática.

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O diagnóstico de Felipe Salto é direto: “o buraco fiscal do ano que vem é tão grande que a não aprovação da MP é apenas um dos problemas”. Mesmo com arrecadação adicional, a magnitude do ajuste exigido extrapola medidas isoladas.

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Opções no tabuleiro: aumento de receitas (tributação ou novos impostos), corte profundo de despesas, revisão da meta fiscal ou uso de manobras contábeis. Cada escolha tem custo político e impacto social — especialmente sobre serviços e programas sociais.

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Riscos e prioridades: cortes indiscriminados podem afetar educação, saúde e proteção social, aprofundando desigualdades. Uma saída responsável exige transparência, proteção às populações vulneráveis e busca por receitas mais progressivas, além de eficiência nos gastos.

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Reflexão final: o corte necessário — quase o dobro da meta prevista — mostra que a crise não se resolve apenas com uma MP. O debate que vem precisa conciliar sustentabilidade fiscal com justiça social e governabilidade. A resposta política será decisiva.

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