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Resumo em 10 segundos

🩺 Com 10 internações no Rio, o alerta é claro: informação, diagnóstico rápido e vacinas acessíveis podem frear a transmissão da mpox.

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Rio de Janeiro já confirmou 43 casos de mpox, com 10 pessoas internadas. 🩺 Diante do cenário, Daniel Soranz, presidente da Frente Parlamentar da Vacina, cobra ampliação da imunização para grupos prioritários em todo o Brasil. 🧵

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O ponto central é acesso: segundo Soranz, poucas doses chegaram ao país e grande parte da população de risco ainda não foi vacinada. Expandir a cobertura pode proteger quem mais precisa e reduzir a circulação do vírus.

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Sem pânico, mas com atenção: em 2022, o Rio chegou a registrar 351 casos durante o surto. O monitoramento atual e uma resposta ágil do SUS são oportunidades para interromper cadeias de transmissão mais cedo.

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Os sinais mais comuns incluem bolhas ou feridas na pele, febre e ínguas. Também podem ocorrer dor de cabeça, dores musculares e cansaço. As lesões podem aparecer no rosto, mãos, pés, boca e região genital.

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Se notar sintomas compatíveis, procure uma unidade de saúde. Até receber avaliação, evite contato físico próximo e não compartilhe toalhas, roupas, lençóis ou objetos pessoais. Cuidado rápido protege você e as pessoas ao redor.

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A confirmação é feita com coleta de material das lesões, encaminhado ao Lacen. Unidades básicas de saúde podem realizar essa coleta. Diagnóstico precoce, orientação adequada e vacinação acessível formam uma resposta que salva saúde — sem estigma.

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